MITOS CONDENADORES DA CANNABIS

Por Isabella Filippini

Os mitos em volta da cannabis são diversos. Eles é que criaram todo o estigma em torno da planta: a história da ciência da cannabis está repleta de equívocos condenadores que se apresentam como fatos reais.

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Um dos mitos mais conhecidos sobre a maconha é que os usuários a longo prazo desenvolvem abstinência e dependência física. Na verdade, a cannabis não causa essa dependência e interromper seu uso não traz quaisquer consequências adversas físicas ou psicológicas.

A inalação de fumo de cannabis é muito menos prejudicial do que a fumaça de tabaco, ao contrário do que muitos acreditam. Além disso, acreditava-se que a cannabis alterava a estrutura e função do cérebro, ocasionando perda de memória e comprometimento cognitivo. Já foi provado que essa afirmação também é mito e foi provado através das tecnologias mais modernas.

Muito fala-se que a cannabis é como uma porta de entrada às drogas mais pesadas. Isto porque a maconha é a droga mais popular do planeta e a teoria de entrada apresenta uma explicação causal de uma associação estatística entre as drogas mais e menos usadas no mundo.

Há inúmeras inverdades à volta da cannabis, basta pesquisar. A ciência tenta apresentar dados convincentes para afastar cada vez mais o estigma da maconha. É importante entender e analisar a origem das informações e averiguar a base científica de cada uma delas.

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